





Essa importante coleção é formada pelos quadros que o Príncipe Regente trouxe para o Brasil, em 1808 e ainda por outros trabalhos adquiridos durante sua permanência no país, até 1821.
Este raro acervo, impregnado de notável valor histórico, artístico e estético, simboliza um verdadeiro testemunho do colecionismo régio e um importante registro da passagem da Família Real no Brasil. Essas pinturas foram produzidas, em sua maioria, entre os séculos XVII e XIX, por nomes como: Jan Boeckhorst (1604-1668), Francesco Cozza (1605-1662), Abraham Brueghel (1631-1697), Girolamo Donnini (1681-1745), Arcângelo Foschini (1771-1834) e Giovanni Lanfranco (1582-1647).
As 20 obras da exposição Coleção D. João VI se concentram em temas religiosos, mitológicos, e paisagísticos, além de retratos e naturezas-mortas.
Este raro acervo, impregnado de notável valor histórico, artístico e estético, simboliza um verdadeiro testemunho do colecionismo régio e um importante registro da passagem da Família Real no Brasil. Essas pinturas foram produzidas, em sua maioria, entre os séculos XVII e XIX, por nomes como: Jan Boeckhorst (1604-1668), Francesco Cozza (1605-1662), Abraham Brueghel (1631-1697), Girolamo Donnini (1681-1745), Arcângelo Foschini (1771-1834) e Giovanni Lanfranco (1582-1647).
As 20 obras da exposição Coleção D. João VI se concentram em temas religiosos, mitológicos, e paisagísticos, além de retratos e naturezas-mortas.

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